O Governo deve privatizar os aeroportos da Infraero seguindo o mesmo modelo usado nas distribuidoras da Eletrobras, de licitação associada a um contrato de concessão para explorar serviço público. A principal característica desse tipo de privatização é manter os funcionários com o novo concessionário, o que reduz os gastos da União. No modelo de concessão atual, o Governo licita o direito de exploração, mas não o aeroporto em si. Por isso, os empregados têm a opção de migrar para a concessionária, permanecer na Infraero ou pedir transferência a outras estruturas do Governo Federal. A mudança está em estudo no Ministério do Planejamento e pode ser aplicada nos leilões dos Aeroportos de Curitiba, Manaus e Goiânia, disse o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Fernando Soares. Esses três aeroportos têm a vantagem de não exigir investimentos elevados. A ideia é vender entre 60% e 75% ao setor privado e manter uma parcela minoritária com a Infraero. |