A Boeing e a Embraer apresentaram ao governo um modelo de acordo pelo qual a multinacional americana teria 51% e a fabricante brasileira ficaria com 49% das ações em uma terceira companhia, que seria criada exclusivamente para a linha de aeronaves comerciais, segundo informaram interlocutores próximos do presidente Michel Temer. Essa divisão é bem vista no Palácio do Planalto, mas Temer ainda não deu aval à concretização do negócio, conforme relatos de assessores presidenciais.
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