O conselho de administração da Infraero rejeitou fazer um novo aporte financeiro no aeroporto de Confins (MG). A estatal tem 49% de participação acionária, assim como em outros quatro terminais concedidos à iniciativa privada pela ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013.
Confins é controlado pelo grupo CCR e tem a suíça Flughafen Zurich AG como acionista minoritária. O conselho da Infraero, em reunião na sexta-feira, deu respaldo à postura de sua diretoria-executiva, que se manifestou contra colocar mais dinheiro na sociedade de propósito específico (SPE) criada para administrar o terminal. A lei orçamentária de 2018 previa aporte de R$ 39,2 milhões.
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